| |
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
...
|
 |
|
 |
 |
|
interior
do edifício da
Cultura Inglesa
|
|
|
| . |
|
| . |
.
|
| Textos
expostos nas paredes das quatro
salas da exposição |
O
fascínio de observar uma
obra de arte de vários
ángulos e vêla se
transformar a cada instante Č
™nico. |
| |
Em
"Abrangências" me proponho
a recriar espaços emocionais
de uma maneira tridimensional.
Por esses espaços, tanto
eu-autora, como o p™blico-observador
podemos circular, nos identificar
ou até pertencer a eles. |
| . |
. |
| |
As
quatro salas est“o na realidade
repletas de simbologias: da simbologia
da cor às simbologias de
conte™do, me reconduzindo aos
mitos e arquétipos antigos,
de uma maneira mais atual, numa
releitura contemporânea
da psique. Esta exposição
é minha forma de achar
o caminho de volta para a realidade,
no sentido contrário. No
fundo é o elogio do irracional,
do inconsciente, que precisa achar
sua consciência para se
auto-explicar. |
| . |
. |
| |
As
telas se tornam uma paisagem,
um cenário ou um pano de
fundo que nos envolve. São
a página em cima da qual
e a partir da qual escrevo minha
história. Delas é
que sai a "linha" que se transforma
em fio e vai tecer as esferas.
Perde-se o sentido de orientação
e fica-se emaranhado nessa linha
fictícia, do racional para
o irracional e vice-versa. As
esferas por sua vez assumem forma
de óvulo, para passar em
seguida a embri“o e tornar-se
pessoas, os bustos. As caixas
com areia e penas ou com folhas
pintadas completam essa realidade
do dia-a-dia, com seus elementos
da natureza fixados e enquadrados. |
| . |
. |
| . |
|
| . |
. |
|
|
|
| |
Yin-Yang
|
 |
|
|
|
|
|
| |
|
|